terça-feira, 29 de abril de 2014

Resenha: Festival Rock Humanitário 2014

Recebi a preciosa colaboração de Euter Mangia, Fotógrafo e Educador Físico, que brindou o Rio de Metal com uma linda seleção de fotos e um breve texto sobre o evento, que tem se mostrado cada vez mais importante na cena do Rock/Metal fluminense. Após lerem e se deliciarem com as belas imagens, não deixem de conferir outros de seus trabalhos, nos links: www.facebook.com/euter.mangia e www.flickr.com/photos/euter_mangia/sets. Para falar com ele, ligue:  21 97214 0412 ou escreva para o email eutermangia@gmail.com. Confira também todas as fotos que ele enviou clicando aqui.




O Festival Rock Humanitário 2014, veio para marcar de vez seu lugar entre os maiores eventos da cena Rock´n Roll do Rio de Janeiro e do Brasil. Com uma estrutura impecável tanto para quem foi curtir, quanto para quem foi trabalhar e tocar, o festival começou ainda com sol aquecendo a bela Cabo Frio. E assim Headbangers (e muitas gatas) de todas as partes iam minando no Parque de Eventos da cidade, e se acomodavam à frente dos dois palcos onde as bandas se apresentavam, realizando um vai-e-vem de um palco para o outro, e em comum entre eles havia uma energia, e um tesão em estar ali assistindo ou tocando, que se traduziam em acordes competentes em alguns casos arrebatadores, que impulsionavam o Mosh Pit e as batidas violentas de cabeça. Existe algo melhor para um Headbanger? Tudo muito bem conduzido por um ótimo equipamento de som, mesmo para os casos das bandas que não tiveram como passar o som, e fazer seus ajustes personalizados.


No palco menor se percebia uma garra por parte das bandas que pareciam fazer dele um trampolim, para que na próxima edição pudessem estará no palco principal. Já no palco principal os destaques ficam para as Bandas USINA BLUES, LEFT HANDD, CARRO BOMBA, HICSOS, KORZUS E RATOS DE PORÃO, que fizeram apresentações curtas e grossas, diretas ao ponto. E o ponto é bom e velho Rock´n Roll!!!! Rock´n Roll, Thrash Metal, Heavy e Hardcore tudo bem tocado. O que fez os mais saudosistas e “coroas” ao assistirem especialmente RDP e Korzus, se transportarem no tempo e rever os bons tempos de Circo Voador e Garage...


Parece que colocar a Plebe Rude para fechar o evento, não foi uma escolha muito acertada, pois muita gente já tinha ido embora e sinceramente nem se ouve falar de como foi...


Mas de uma forma mais genérica o Festival Rock Humanitário veio para ficar e se solidifica a cada edição, e com recorde de público divulgado esse ano, mas sem números específicos divulgados.
Que venham mais eventos desse naipe para a cena Rock´n Roll Carioca!!!!!!!!

Confira o álbum completo aqui:
Rock Humanitário - fotos por Euter Mangia

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Resenha: 2º aniversário da Quality Music Web Radio

Esta foi uma noite bem especial por vários motivos. Dentre eles, destaco: a rádio a completar os 2 anos é de um amigo especial e que há muito fomenta o underground divulgando músicas de bandas independentes do mundo inteiro; há algum tempo queria ver as meninas da Scatha e da Melyra em ação; muita conversa boa pra jogar fora.



Fiquei feliz por ter chegado a tempo de ver a primeira banda tocar, a Melyra. O setlist do show foi reduzido e Cynthia Tsay substituiu a baterista original, que estava se recuperando de um probleminha de saúde. Em poucos dias ela conseguiu uma boa desenvoltura com as músicas. Gostei bastante do som delas, agora quero ver um show com mais de suas composições e com a Ana de Ferreira nas baquetas.


Em seguida veio Unmasked Brains quebrando tudo (até o amp do baixo estourou durante a performance) e botando a galera pra quebrar também. Os integrantes tinham um motivo extra para a empolgação que mostraram no palco: a finalização da mixagem de todas as faixas do novo álbum, Machina.


A penúltima banda a subir no palco foi a Scatha, com seu Thrash poderoso, cheio de cadência e porrada. E lá estava a Cynthia de novo, desta vez totalmente à vontade com as composições autorais. Como a bateria é o instrumento mais exaustivo da banda, depois de vê-la executando dois shows praticamente seguidos, a considero uma atleta das baquetas. Muito bom! Angélica Burns arrepiando nos vocais e na interação com o público, Júlia Pombo com sua performance empolgante e Filipe Lima muito bem integrado com as meninas, substituindo a Cintia Ventania com muita competência, durante esse período de afastamento.


Para fechar a noite, conferi a performance da banda de Death Metal Melódico Evil Inside, que ainda não conhecia. Formada por Fernanda Borges, Com seu vocal gutural, Rodrigo Lima e Rafael Cordovil nas guitarras, Bomfim no baixo e Mike Nil na bateria, fechou muito bem a noite.
O evento foi praticamente perfeito, fora uns pequenos contratempos com banheiro e com o som. Esse último foi compensado pela qualidade das bandas, pelas pessoas que lá estavam e pela simpatia e dedicação do anfitrião Vanderley, que com sua extrema gentileza torna tudo sempre mais agradável.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Resenha - Muriqui Rock Fest

Poucas coisas desanimam tanto a gente a sair de casa como uma chuva daquelas que caiu no domingo: tão esperada, pois há muito não chovia; aquele tempo fresco e o barulho suave do lado de fora convidava a ficar em casa, vendo TV. Mas já estava com saudades de ir a um show também, e a oportunidade era aquela. Então, sacudi a preguiça e rumei pra Muriqui, mais precisamente para o Float, uma casa que pela primeira vez abriu as portas para um evento de rock/metal na cidade.


Quando cheguei ao local do evento, minha primeira impressão foi boa: a Float é de frente pro mar, com um varandão, um primeiro ambiente com mesas largas e cuidadosamente cobertas com toalhas. Uma mesa de sinuca novinha também estava ali à disposição.


E o banheiro... De onde surgiu aquilo?! Ele era grande, limpo e... Cheiroso! Em todos os lugares de show underground, jamais tinha visto um como aquele. Tanto que as bandas e eu fizemos questão de registrar o mais belo banheiro do underground fluminense.


O salão onde ocorreriam os shows era bastante amplo, com palco e uma área elevada cheia de confortáveis sofás, que serviu para as bandas colocarem seus materiais. Durante a passagem de som, que por si já é uma coisa pouco frequente em eventos underground, deu pra ver que o som da casa era acima da média. O palco, apesar de não ser tão profundo, conseguiu receber bem todos os equipamentos das duas primeiras bandas, que não eram poucos.
Por uma questão de logística, houve uma inversão na ordem das bandas a se apresentarem: a primeira a subir ao palco foi a Forkill, seguida pela Unmasked Brains. Quem acompanha esse blog sabe que o talento de ambas dispensa mais comentários, pois vários já foram os posts mencionando seus predicados.
Assim, ficou com a Forkill a missão de quebrar a inércia, chamando o público que estava no primeiro ambiente para o local onde seria o "culto ao rock" conforme o produtor do evento, Alex Voorhees. E assim se fez. A "missa" foi cheia de energia, com a banda detonando as composições do seu recente álbum, o Breathing Hate, além de uma cover de Slayer e pelo menos uma composição que será do novo álbum.

Ronnie - Forkill

Forkill

Forkill

Gus - Forkill

Em seguida veio Unmasked Brains, com a missão de manter a animação do público, totalmente cumprida. As fotos não me deixam mentir. Com um repertório totalmente autoral, apresentaram as músicas do seu vindouro álbum, Machina.
 
Unmasked Brains

Denner Campolina - Unmasked Brains

Reinaldo - Unmasked Brains

Unmasked Brains

Unmasked Brains

Para fechar a noite, subiu ao palco uma banda ainda desconhecida pra mim, a Alt+F7. Banda de Hardcore, apresentou um repertório que entremeava composições autorais e covers. Gostei, os rapazes têm muita energia e sabem transmití-la ao público.
 
Alt+F7

Alt+F7

Alt+F7

Alt+F7

Antes de voltar pra casa, uma breve conversa com os donos da casa me deixou bem alegre: nessa primeira vez que fizeram um evento de rock, gostaram do resultado, mesmo considerando que a chuva afastou uma parcela do provável público. Além do mais, eles encaram a empreitada de manter uma casa dessas com muita seriedade, o que é um ponto muito positivo.
Desejo que essa oferta de shows de rock na região dê muitos frutos. Pelo que vi, se depender da produção e dos donos da casa, o sucesso é certo!

Quem disse que metal não pode ser
curtido pela família inteira? :)

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Banda SupreMa: entrevista exclusiva

Douglas Jen da banda SupreMa nos brindou com uma entrevista que fala do novo clipe, além de contar sobre sua experiência de palco no Rio de Janeiro e  sua vontade de retornar aqui por ocasião da divulgação do novo álbum da banda. Confiram!


Rio de Metal: O que mais se tem comentado sobre a banda é a repercussão positiva do álbum “Traumatic Scenes” pela Europa e o novo clipe de “Fury and Rage”. Uma turnê por lá está nos planos? 
Douglas Jen: Primeiramente, um abraço aos meus amigos e fãs cariocas, é muito legal falar com vocês por aqui. Realmente o CD “Traumatic Scenes” tem tido uma repercussão enorme na Europa, ganhou ótimas resenhas e a mídia e fãs europeus estão curtindo demais o som da banda. Uma tour europeia envolve um planejamento pesado, e apesar do sonho temos que fazer tudo com calma, fizemos 06 tours no Norte e Nordeste brasileiro e sempre com um planejamento prévio, sempre fizemos bons shows e grandes festivais. Queremos chegar na Europa para deixar a mesma boa impressão que a banda sempre deixa por onde passa por aqui, levando toda estrutura e equipe técnica, não queremos ser apenas mais uma banda viajando para fora do país, queremos realmente marcar nosso nome e levar aos nossos fãs a qualidade que merecem.


Rio de Metal: E como anda o lançamento do clipe de “Fury and Rage”?
Douglas Jen: O clipe da “Fury and Rage” é a coisa mais insana que fizemos na carreira, tanto na questão de roteiro quanto na edição, tudo é muito rápido em uma história eletrizante e você não pode piscar um segundo sequer! Fizemos um trabalho bem cuidadoso afinal é a maior produção que o SupreMa já fez em toda carreira! Estamos trabalhando com a Nevasca Filmes que é uma gabaritada produtora que trabalha com inúmeros artistas e empresas mainstream como Naldo Benny, João Neto e Frederico, Rick Bonadio, Micael Borges, Manu Gavassi, The Vampire Diaries (RTA Global) e também já trabalharam na produção do programa Pânico na TV (RedeTV e Band). 
Tivemos cuidado com cada parte da produção desde as locações, maquiagem, figurino, escolha da atriz e os equipamentos de filmagem. As locações são incríveis e as filmagens ficaram animais! A atriz selecionada foi a Mayra Moura, que fez uma interpretação impecável da personagem “Serena”, tanto em seu lado cotidiano quando em seu lado possuído. 
Liberamos esta semana um making of e uma sinopse do “clipe/filme” que podem ser acompanhados nos links a seguir:


Sinopse:

Vídeo – Making Of:

O lançamento oficial será hoje e estará no site da banda www.suprema-online.com  e também no canal no Youtube www.youtube.com/suprematv


Rio de Metal: A SupreMa já teve uma passagem aqui pelo Rio, em 2011, com a banda Evergrey, certo? Como foi essa experiência, a recepção da plateia por aqui?
Douglas Jen: Exatamente! Foi um belo show com o Evergrey e adoramos o público carioca. Estar com uma banda internacional no mesmo palco é sempre uma experiência incrível, você aprende vários detalhes de produção, soundcheck, logística e acaba acrescentando isso no seu modo de trabalhar e a coisa vai ficar cada vez mais profissional. Na ocasião quem fez batera pra gente foi o Bruno Valverde que hoje toca no Kiko Loureiro Trio e apesar do pouco tempo de preparação, conseguimos fazer um bom show! 
Sobre a plateia, eu sinto uma grande sinceridade na galera do Rio de Janeiro com relação aos gostos, sei que quando gostam de algo, eles gostam de verdade e fazem questão de prestigiar, e quando não gostam, não tem meio termo. Confesso que quando fomos ao RJ ficamos meio receosos se iriam ou não gostar do som da banda, mas depois da primeira música quando a galera começou a gritar o nome da banda ficamos tranquilos e a plateia ficou acesa do começo ao final, vieram junto conosco bangeando e curtindo o show todo, ao final conversamos com todos presentes na mesa de merch, tiramos fotos, etc, desde então sempre recebemos emails e mensagens dos fãs cariocas, desde o show com o Evergrey, creio que criamos um vínculo legal com o RJ!

Rio de Metal: Uma nova passagem aqui pelo Rio está nos planos da banda?
Douglas Jen: Com certeza! Inclusive porque na ocasião a atração principal era o Evergrey e não conseguimos levar cenário, palco estava reduzido e o set list também. Queremos voltar ao RJ na tour do “Traumatic Scenes” levando tudo o que a banda tem levado pelo Brasil, o novo show está incrível, não só o repertório, mas o jogo de luzes, cenário, tudo é linkado com o CD e quero muito levar este show aos fãs cariocas!


Rio de Metal: Vocês já dividiram os palcos com bandas do Rio? Se sim, quais foram?
Douglas Jen: Para ser sincero eu não me recordo de ter divido o palco com uma banda do RJ. Tenho muitos amigos daí mas com bandas mesmo eu creio que nunca rolou.

Rio de Metal: Quais bandas de rock/metal daqui do Rio já chamaram sua atenção?
Douglas Jen: Com certeza um que fez um belo trabalho relevante no Brasil foi o Tribuzy, reunir o time que ele reuniu em seu disco foi algo assim incrível, além de bom cantor as músicas eram legais e as participações davam o toque especial no disco. Uma banda também que marcou uma boa época foi o Venin Noir e inclusive a Larissa Frade participou do EP “Spyeyes” do SupreMa, que lançamos em 2005. Seria bem legal para a cena carioca ter novos representantes deste porte!

Considerações finais:
Douglas Jen: Obrigado pelo bate papo, deixo aqui o recado aos amigos e fãs ficarem ligados no site da banda que muito em breve iniciaremos a segunda parte da tour brasileira do “Traumatic Scenes” e queremos estar no RJ também. Fiquem de olho www.suprema-online.com , um abraço!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Magujam - perfil e entrevista exclusiva


MAGUJAM é uma banda carioca com influências do Rock and Roll clássico e de bandas como Barão Vermelho, Pearl Jam, dentre outras; atualmente, estão lançando o segundo álbum de seu trabalho, a "Trilogia do Caos". Sim, o N° 2 de 3 CDs, produzido pelo Fernando Magalhães, guitarrista do Barão. Atualmente, é formada pelos músicos Gustavo Brito, Maurício e Alexandre Leiroz, Rodrigo Garreta e Março Karam. Confiram abaixo a entrevista exclusiva para o Rio de Metal!

A banda começou em 2008, mas cada um dos integrantes tem mais experiência musical em outros projetos. Falem sobre eles e como isso se refletiu no trabalho atual, a banda MAGUJAM.
A Banda sofreu algumas mudanças em sua formação desde 2008 até chegar nesta forma que consideramos perfeita. O Vocal Gustavo embora muito fã de Barão e algumas outras bandas do cenário rock dos anos 80 e teve outros trabalhos, tudo muito Reggae e MPB. E com isso contribuiu com letras maravilhosas que a banda só precisou colocar um pouco de peso para o Magujam. Os Irmãos Alexandre e Maurício Leiroz sempre tocaram juntos desde criança mas nunca em um projeto como o Magujam, mais com certeza esse entrosamento e afinidade musical foram importantes para o som das guitarras da Banda.  O Batera Marco Karam ja havia contribuído com Magujam no início da pré-produção do CD 2, mas acabou não seguindo com a banda, e após 2 anos retornou trazendo toda a sua bagagem e Rock,  e contribuindo para um som mais adulto e com muita pressão e de muita qualidade. Nosso Baixista Rodrigo Garreta entrou na banda um pouco antes do Marco. Ele já era amigo de Alexandre e Maurcio e foi convidado para fazer parte dessa família após a saída do antigo baixista. Com ele o Magujam ganhou timbres incríveis de baixo e alguns arranjos mais trabalhados.

Passeando pelo canal da banda no Youtube, vi as covers de Rita Lee e Raul Seixas. Conte-me sobre essas e outras influências na música de vocês.
O Magujam é uma banda de rock, com timbres classicos e muitos rifs de guitarra.  Em nossa caminhada buscamos clássicos do Rock nacional e assim fazemos versões deles, é claro que sempre colcando um peso a mais caracteristico das nossas músicas. Além de serem um prazer, essas releituras acabam nos diferenciando das demais bandas. Essas influências foram importantes também na escolha do produtor do nosso segundo album. Devido ao gosto pelo rock dos anos 80 e em especial pelo Barão Vermelho, decidimos procurar o guitarrista do Barão Vermelho Fernando Magalhães para produzir nosso segundo album.

De onde veio a idéia de fazer uma trilogia de álbuns? Não lembro de nada parecido em bandas independentes. Como está sendo isso? Parece um trabalho bastante longo...
Durante a produção e gravação do primeiro album ainda não tínhamos essa ideia, ela surgiu durante a escolha do nome do album. Assim como as músicas eram mais fechadas pensamos em "Assistindo ao Caos", nesse disco temos músicas sobre política, violência, perdas,... Mais para que essa trilogia fosse pra frente não bastavam só músicas, foi quando procuramos o artista Celso Mathias, que de imediato topou ilustrar os capas dos 3 albuns. Ele deu um toque final a essa ideia com uma capa que descreve exatamente o que pensávamos. Essa ideia tem dado certo e chama atenção quando falamos sobre a "TRILOGIA DO CAOS" além de estar sendo muito prazerosa. Já tinhamos pensado em datas de lançamento desde o fim do primeiro CD e estamos tentando de tudo que é forma cumprir os prazos que estabelecemos para cada etapa deste projeto. Confesso que estamos ansiosos para o ultimo album que planejamos iniciar as gravações no primeiro semestre de 2015, mais isso não é só pelo fato de concluirmos um projeto e sim também pelo fato de que neste album trabalharemos em novas músicas e arranjos junto com o Marco e o Rodrigo. O Novo album tem título provisório de "Pra depois da tempestade" e será sem dúvida um álbum de mensagens positivas e uma reflexão de tudo o que se passou.
Importante: O  segundo CD, que estamos lançando e divulgando  agora, intitulado "Toda ação gera uma reação", fala justamente do desejo de reagir às coisas ruins que estamos vivendo no nosso cotidiano. musicas como "navegar é preciso", "liberdade" e "máquina de  guerra", mostram a indignação do compositor e a vontade de modificar o cotidiano. este é o objetivo do segundo CD.

Além do último álbum da trilogia,  que novidades podemos esperar da MAGUJAM? O que estar por vir além do terceiro capítulo da trilogia do Caos?
Muitos shows e o resgate de muitos clássicos!! E claro... Muito ROCK!!!  temos novos vídeos da banda sendo preparados, pois acreditamos muito no poder da internet como um canal muito forte na divulgação de novos trabalhos.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Metal Jam - uma celebração do underground carioca

"Se jogassem uma bomba no Circo àquela noite, o underground carioca acabava."

Acho que foi ouvir essa frase o que me motivou a escrever pela primeira vez neste blog (e talvez a última! He! He!) sobre um evento de cover, ou melhor, tributo a bandas famosas.
Realmente, uma parcela bem significativa das bandas autorais da cidade estavam lá na oitava edição do Metal Jam, marcando presença, prestando uma homenagem a suas fontes de inspiração.


Foram meses de preparo, entre organização e seleção de músicas e músicos a se apresentarem, ensaios, divulgação e tudo mais que envolve a produção desse evento. Acompanhei a movimentação desde a divisão das músicas pelos participantes até a criação da "bateria Frankenstein" com peças emprestadas por todos os bateristas participantes. Nada faltou, quando um equipamento porventura falhava, já havia outro no palco à disposição. Trocas rápidas entre músicos, conversa com a plateia entre uma banda e outra, de maneira a manter o público sempre ligado nas atrações.


Não posso esquecer as menções feitas às bandas autorais de cada participante durante a divulgação do evento e antes de subirem ao palco. Gostei muito de ver os nomes dos músicos projetados no fundo, fica como sugestão para o próximo projetar também a banda autoral, quando este pertencer a alguma.
Como já imaginava, por conhecer a competência de vários músicos participantes através de seus trabalhos autorais, as músicas foram executadas primorosamente. Pra mencionar algumas, estavam lá integrantes das bandas Painside, Scatha, Unmasked Brains, Empürios, Demolishment, Diva, Reckoning Hour, Hatefullmurder, No Remorse, Savant, Prophecy. Havia diversas outras, pena que não consigo lembrar agora.

A platéia, por já conhecer todas as músicas, correspondia com muita empolgação! É bonito ver uma resposta assim do público.


Sonho em ver um dia essa mesma resposta para os shows autorais dos músicos presentes, cujas músicas não ficam em nada a dever para aquelas apresentadas na noite do dia 24. Quem quiser conferir, não precisa nem pagar pra ver, basta baixar gratuitamente os MP3 dessas bandas, ou ouvi-las em webradios, sites de relacionamentos e outros específicos de música.

O evento foi bom demais! Fico sonhando com um desses só com os trabalhos autorais desses músicos talentosos, com uma a resposta de uma plateia entusiasmada como foi a daquela noite...



Para quem quiser saber todas as bandas que foram homenageadas, segue a lista: Iced Earth,  Lamb fo God, Tool, Amon Amarth, Death, Guns n' Roses, Nightwish, Lacuna Coil, Helloween, Faith no More, Avenged Sevenfold, Cannibal Corpse, Arch Enemy, System of a Down, Rammstein, Rush, After Forever, Dimmu Bogir, Skid Row, Sepultura, Blind Guardian, Led Zeppelin, Dio, Queen, My Dying Bride, AC/DC, Slipknot, Symplhony X, Angra, Testament, Pantera, Nightwish , Tool, Black Sabbath, Bon Jovi, Mettallica, Death... Ufa! Espero não ter esquecido nenhuma...

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Cauldron - Entrevista exclusiva






A banda Cauldron está iniciando uma turnê aqui pelo Brasil. Seu primeiro show é amanhã e dia 27 estarão aqui no Rio, dividindo o palco com Forkill e Tamuya Thrash Tribe.

Conheçam um pouco mais sobre eles, através dessa entrevsita com o Jason, baixista e vocalista:

Cauldron tem um visual e um som dos anos 80. Quais são as principais influências da banda ?
Bem, acho que essa é a nossa era. Todos nascemos e crescemos na década de 80, que é a era da música que mais gostamos e admiramos. Houve um alto padrão de desempenho e produção nessa época. O que me iniciou e me abriu as comportas foi AC / DC e Metallica, mas eu tenho uma grande variedade de influências. Uma grande parte do velho Metal Blade coisas de power dos EUA , metal alemão, coisas canadenses , NWOBHM etc ... Curtimos um monte de coisas, o que é bom. Se eu tivesse que destacar algumas bandas, eu diria Sabbath, Priest e Scorps e Dokken , ou algo assim, mas não fica limitado a isso.

Eu vi alguns clipes de sua bada e dois deles me chamaram a atenção. Simplesmente amei! (All or Nothing e Nitebreaker) Diga-me algo sobre eles.
Bem, esses dois vídeos, conceitualmente eram colaborações entre nós e diretor Kevin Mcallister. O produto final teve mais do seu olhar. Nós queríamos fazer vídeos que fossem vistos várias vezes, ou pelo menos manter a pessoa assistindo até o final. Eles deram muito trabalho para realizar, mas divertido ao mesmo tempo.

A data está chegando! Dia 26 será o seu primeiro show no Brasil e 27 , o show no Rio de Janeiro. Quais são as suas expectativas? Especialmente, o que você espera da sua experiência no Rio?
Estou muito motivado agora e espero calor! Eu ouvi os fãs são loucos, então vamos ver. Estamos prontos para nos divertir!

Você já rodou a Europa e EUA, mas eu não vi nenhuma gravação de shows daqueles lugares em seu canal do YouTube. Você já deve saber que público brasileiro é muito receptivo e alegre. Podemos esperar alguns vídeos ao vivo de seus shows aqui ? Além disso, o que é uma boa presença de palco que tem.
Estamos trazendo um câmera junto nesta turnê, porque não sabemos o que esperar, mas quero ter certeza de que se alguma coisa acontecer, será capturada. Então, vamos ver o que se passa. Pelo menos teremos o Brasil documentado, espero conseguir usar essa filmagem para alguma coisa.

Em entrevistas a outros sites / blogs que você mencionou para desfrutar de descobrir bandas dos lugares que você visitou. Você já começou a sua pesquisa? Se sim, o que você achou ? Quer destacar algumas bandas do Rio?Veremos quando chegarmos aí. Eu não sei muito ainda, mas eu estou ansioso para descobrir e aprender muito mais sobre o Metal brasileiro...

Gostaria de deixar uma mensagem para os fãs do Rio de Janeiro ? Fique à vontade...
Vamos engrenar umas músicas e tomar uns goles, Vejo vocês em breve, estamos prontos pro  rock e ansiosos para bons momentos!

 Para saber mais:
Cauldron na Wikipedia
Cauldron no Reverbnation
Canal oficial no Youtube

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...