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terça-feira, 9 de junho de 2015

Krisiun no Clube Recreativo Caxiense

Quando cheguei, Krisiun e Tellus Terror estavam passando o som, o que já me dava uma ideia do que estava por vir. Tinha uma boa galera na porta do Clube Recreativo Caxiense, outro bom sinal.


Mais umas arrumações daqui e dali e Handsaw inicia lindamente os trabalhos no palco 2. A plateia, super disposta a se divertir, abriu diversas rodas e não parou de bater cabeça um segundo sequer.


Ainda no palco 2, entra Evil Inside, surpreendendo positivamente os presentes, especialmente por conta de sua vocalista Fernanda Borges, uma mignon com guturais poderosos.


A terceira banda a subir foi Deus Castiga, no palco 1. Como sempre mandando muito bem e a galera lá embaixo correspondendo.


Logo após, dispensando apresentações, sobe ao palco 2 Unmasked Brains. Mais uma vez a plateia dá um show de animação! Canta as músicas junto, se joga de lá de cima.


Então chega a vez de Tellus Terror subir ao palco 1. Meu primeiro contato com o som dela foi através da coletânea da Imperative Music (veja aqui uma entrevista que fiz com o organizador). A galera já está amontoada esperando o início do show, difícil chegar para bater uma foto. Essa banda literalmente tem fogo no palco! Quase que saio tostada pra pegar um bom ângulo...


Demolishment fecha as apresentações do palco 2 com muita categoria e, como sempre, a animação da plateia dá um show à parte!


Enfim, chega o momento de apreciar o som do Krisiun, que há 2 anos não visitava Caxias. Como esperado, fizeram um excelente show, levando a galera que se apinhava na frente do palco ao delírio.


Apesar de cheio, acho que desta vez consegui melhores ângulos que no show de Mesquita (leia a resenha aqui). Max Kolesne ainda brindou a plateia com um solo de bateria de tirar o fôlego. Afinal, guitarrista e baixista precisam de um tempinho pra descansar, né? Beber uma água...
 E o baterista quase não se desgasta num show...


No fim, queria mostrar as fotos pros caras do Krisiun, da mesma forma que fiz em Mesquita, mas tinha tanta gente pra falar com eles que desisti! Sabia que eles atenderiam a todos que lá estavam, só que a necessidade de acordar cedo no dia seguinte falou mais alto e acabei voltando logo pra casa.


Um evento como esse mostra que independente das bandas terem a chancela de uma gravadora ou um selo são boas no que fazem e pode ser muito maneiro frequentar o underground.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Resenha: 2º aniversário da Quality Music Web Radio

Esta foi uma noite bem especial por vários motivos. Dentre eles, destaco: a rádio a completar os 2 anos é de um amigo especial e que há muito fomenta o underground divulgando músicas de bandas independentes do mundo inteiro; há algum tempo queria ver as meninas da Scatha e da Melyra em ação; muita conversa boa pra jogar fora.



Fiquei feliz por ter chegado a tempo de ver a primeira banda tocar, a Melyra. O setlist do show foi reduzido e Cynthia Tsay substituiu a baterista original, que estava se recuperando de um probleminha de saúde. Em poucos dias ela conseguiu uma boa desenvoltura com as músicas. Gostei bastante do som delas, agora quero ver um show com mais de suas composições e com a Ana de Ferreira nas baquetas.


Em seguida veio Unmasked Brains quebrando tudo (até o amp do baixo estourou durante a performance) e botando a galera pra quebrar também. Os integrantes tinham um motivo extra para a empolgação que mostraram no palco: a finalização da mixagem de todas as faixas do novo álbum, Machina.


A penúltima banda a subir no palco foi a Scatha, com seu Thrash poderoso, cheio de cadência e porrada. E lá estava a Cynthia de novo, desta vez totalmente à vontade com as composições autorais. Como a bateria é o instrumento mais exaustivo da banda, depois de vê-la executando dois shows praticamente seguidos, a considero uma atleta das baquetas. Muito bom! Angélica Burns arrepiando nos vocais e na interação com o público, Júlia Pombo com sua performance empolgante e Filipe Lima muito bem integrado com as meninas, substituindo a Cintia Ventania com muita competência, durante esse período de afastamento.


Para fechar a noite, conferi a performance da banda de Death Metal Melódico Evil Inside, que ainda não conhecia. Formada por Fernanda Borges, Com seu vocal gutural, Rodrigo Lima e Rafael Cordovil nas guitarras, Bomfim no baixo e Mike Nil na bateria, fechou muito bem a noite.
O evento foi praticamente perfeito, fora uns pequenos contratempos com banheiro e com o som. Esse último foi compensado pela qualidade das bandas, pelas pessoas que lá estavam e pela simpatia e dedicação do anfitrião Vanderley, que com sua extrema gentileza torna tudo sempre mais agradável.
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