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sábado, 12 de janeiro de 2013

Antes tarde do que nunca - (finalmente) a resenha do Hellveillon!

Primeiro de tudo, peço desculpas pela pausa tão longa... Tirei férias do meu trabalho e resolvi me desligar um pouco do blog, também: dar uma refrescada nas idéias, fazer umas coisas diferentes... Deixei tudo aqui paradão.
Estou cheia de dívidas e começo pagando esta aqui: uma resenha do evento que aconteceu há quase um mês atrás. Bom, antes tarde do que nunca, né? Rs!

Este blog sorteou um ingresso para o evento, e o vencedor nos enviou suas fotos. Além disso, a Vanessa Muzy foi pra lá só pra contar pra gente como foi.


O lugar era bastante amplo, o que era positivo, mas tinha uma certa reverberação. O bar foi fechado algumas vezes, segundo a produção por causa do calor infernal que impedia que as bebidas ficassem geladas rápido. Mas vamos combinar que, com tanta banda boa, nem era ruim parar de focar só na bebida e curtir o som das bandas que se esforçam tanto pra estar lá. Segundo nossa correspondente foi uma medida drástica mas quem sabe um mal necessário até pra mudar esse tipo de postura.


De qualquer forma, o evento teve muito mais pontos possitivos. Um deles foi a escolha das bandas, muito bem feita pela produção. Segundo nossa correspondente, os destaques ficaram pra:
  • Innocence Lost, que ganhou a noite representando o metal com o vocal forte de uma menina estonteante e o peso de uma banda que ainda vai surpreender e muito e só tem a ganhar com os anos de estrada que virão; é o tipo de banda que ela gostaria de rever em breve;
  • Cara de Porco, como sempre levantando a galera!
Mas é lógico que todas as bandas detonaram. Mostraram no evento sua qualidade sonora e atitude de palco Gambrinus74, Filhotes e Gangrena Gasosa.

Sendo assim, se rolar mais uma edição, o Rio de Metal certamente vai querer estar lá!


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Promoção Hellveillon

A Rato no Rio Produções e a Rio Metal Works gentilmente cederam este ingresso para o Rio de Metal promover um sorteio.
Como não gosto de muita frescura, fiquei pesquisando qual seria a melhor maneira de fazê-lo, preferencialmente ajudando a divulgar outras bandas, blogs e sites. Aí descobri esse widget que cria um mosaico de imagens com link. Então, formou! Além de abrir espaço pra divulgação de outros endereços, posso sortear o ingresso de forma justa: leva quem for mais votado.
Pode mandar seu link a partir das 12:00  e votar a partir da meia-noite. Pronto, só isso.

Sobre o evento: https://www.facebook.com/events/480579581976941/?fref=ts. Estarão lá Innocence Lost, Gangrena Gasosa, Cara de Porco, Hicsos, Filhotes, Gambrinus74.


A promoção já acabou, mas deixei o mosaico aí, para divulgar os links dos participantes...
Obrigada a todos!

solteiro no rio blog do lelley rockalogy unmasked brains official site quality music web radio rosa de saron flushings civilidade barlavento e sotavento back to the recycler é feito com amor! mountain of doom Image Map

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Matéria colaborativa - resenha de show Rock Metal Fest 7

Vanderley Carvalho Rocha é de Volta Redonda, já editou diversos fanzines, trabalhou em rádios FM com programas de rock e metal e agora mantém a Quality Music Web Radio - http://qualitymusicwebradio.blogspot.com/ - http://www.facebook.com/QualityMusicWebRadio, criada para divulgar música de bandas com um trabalho sério e que realmente mereçam um espaço na mídia. Apaixonado pelo som e pelo que é novo, ele foi ao Rock Metal Fest 7 e nos brindou com esta resenha, apoiando a cena local do metal independente.



O dia ontem amanheceu com a expectativa do Rock Metal Fest 7. Sabendo que as edições têm sido muito bem realizadas, agradando tanto bandas quanto público, a ansiedade tomava conta mais uma vez.
Carona marcada, seguimos a pequena viagem, saindo de Volta Redonda/RJ para Barra do Piraí/RJ. No local do evento, o Barra Tênis Clube, encontro o organizador do evento Tobias Junior montando a aparelhagem, o público se reunindo e partimos então para visita aos bares hehehe.

Rio de Metal - banda Mademoiselle
Banda Mademoiselle
Quando retornamos ao local do evento o público tinha se multiplicado, apesar da concorrência do Enem. Preparativos encerrados, todos começaram a se aquecer enquanto rolava Dio e Black Sabbath no telão.
Subiu primeiro ao palco a banda Mademoiselle, de Volta Redonda/RJ, fazendo a abertura destilando seus covers. A galera tímida para se aproximar do palco foi chegando lentamente e a cada novo clássico, a banda ia trazendo o público para o agito. Covers de AC/DC, Iron Maiden, Bruce Dickinson e outros foram cantados em coro, com a banda demonstrando uma performance convidativa à participação dos presentes. Ao final se tinha a certeza de que o evento prometia mais uma vez.

Rio de Metal - banda Mademoiselle
Banda Mademoiselle
A qualidade da aparelhagem de som e iluminação estavam num nível elevado, comandados com precisão pelo Tobias Junior, que também se mostrou muito atencioso com bandas e público.
Rolou uma pausa pra o público circular enquanto se preparava a próxima banda, que para mim era desconhecida, o Magnetc, de Barra do Piraí/RJ. Foi uma grata surpresa. A banda que entrou com certa expectativa baseou seu set em covers, detonando com mais clássicos: Mötörhead, AC/DC, Metallica e outros mais. A felicidade do público e de banda se fizeram presentes. O vocal e guitarra da banda deram um show à parte, estavam mesmo empolgados. O público parece sempre se divertir bastante no Rock Metal Fest.
Banda Magnetc
Banda Magnetc
Durante o show tive o prazer de algumas fotos, algumas delas com a galera do Esfola Crânio, de Barra do Piraí/RJ, Mari Torres e Aloysio Ventura, vocalista e tecladista do Innocence Lost respectivamente, Paulo Bettencourt, guitarrista do Stodgy e enfim, outros mais. Ainda na apresentação do Magnetc, como nas outras bandas, o público parecia satisfeito e sempre pedia mais uma música, mesmo quando anunciado o fim da apresentação.
Rio de Metal - banda Magnetc
Banda Magnetc
Então, veio o momento da banda carioca Innocence Lost, que gerava grande expectativa a quem ainda não os conheciam ao vivo. Muitos presentes demonstraram gostar deles por terem escutado seu EP, o Human Reason, através das páginas da banda e da rádio Quality Music. Após ajustar alguns detalhes o quinteto subiu ao palco. Cabeças batendo, o calor presente e a banda destruindo (no bom sentido). Mari Torres comandando platéia conseguiu cativar o público. Aloysio Ventura, o tecladista também faz suas intervenções com a galera, criando um bom clima, seguido do guitarrista Juan Carlos, que também agita bastante. O batera Heron Matias e o baixista Rodrigo Tardin não deixaram por menos e, concentrados, seguraram com precisão a cozinha da banda, curtindo muito o que faziam e com qualidade. Um prato que teimava em cair na bateria deu um certo trabalhinho, mas nada mais atrapalhou. Entre uma música e outra, curtiram um papo com a galera.  Tecladista e guitarrista provocavam a platéia com acordes que despertaram a vontade de alguns covers. A platéia pediu e muito um cover de Dream Theater, prometido para uma próxima apresentação.
Rio de Metal - banda Innocence Lost
Banda Innocence Lost
Rio de Metal - banda Innocence Lost
Banda Innocence Lost
O setlist traz como base o EP Human Reason, que é realmente muito bom, trazendo músicas que me conduzem a bater cabeça com geral: Nameless hunter, a maravilhosa Falling down, enfim, o EP tem agradado e muito, deixando a banda como um destaque na atual cena nacional. Incluíram ainda alguns covers, como Symphony X e After Forever, completando com uma do Iron Maiden.
É evidente a qualidade técnica e envolvimento com o trabalho que realizam. Destaco também o acesso que a banda proporciona a quem deseja saber mais e mais do trabalho. O público se identifica fácil com o Innocence Lost. Quando tomarem o rumo de outros estados pelo Brasil divulgando seu EP, certamente cairá nas graças do público metal.

Rio de Metal - banda Innocence Lost
Rio de Metal - banda Innocence Lost
Rio de Metal - banda Innocence Lost
Banda Innocence Lost

Um detalhe a destacar e que é de grande importância, é que a banda de abertura Mademoiselle permaneceu pelo evento agitando geral, coisa que geralmente não acontece. Muitas bandas tocam e simplesmente vão embora, ou mesmo o público de determinada banda. Essa integração e apoio são vitais para os eventos e mesmo para as bandas, que permanecendo, dão ao público a chance de conhecer um pouco mais do trabalho fora dos palcos. O público também fincou o pé e permaneceu participativo do show, apesar do horário. Ao final do set, o Innocence Lost foi cercado para fotos, autógrafos hehe e mais informações sobre o trabalho, além é claro, do público querer retribuir o carinho e atenção.
Com a certeza de mais um evento que agradou bandas e público, foi anunciado que o Rock Metal Fest 8 já tá na agulha. Será dia 09/12 e conta com a presença confirmada de 3 bandas, restando apenas mais uma. Quem são elas?? Ah, isso é coisa pra um outro relato, em breve!!


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Matéria colaborativa - Resenha do Dark Side Rock

O Rio de Metal orgulhosamente anuncia mais um colaborador para o blog: Vanderlei, da Quality Music Web Radio! Confiram a resenha abaixo,  do Dark Side Rock ou Metal Rock Fest 2


Organizado pelo veterano Marcelo e a carismática Rosana Reis, o evento realizado em Volta Redonda/RJ contou com as bandas: Terra 44 - Mademoiselle - Night Angels - Innocence Lost e Scatha, sendo as duas últimas do Rio de Janeiro. Havia eventos no mesmo dia e horário pela região, mas o público foi considerável, fiel e animado em recepcionar as bandas. Enquanto se ajustava o som, a galera se reunia para um bom bate papo, dividindo boas estórias, lembranças e ansiedade por mais shows.
Vanderlei com com a Cintia baixista do Scatha, com
Cynthia Tsay, baterista do Scatha e com a
Mari Torres, vocalista do Innocence Lost
 As pessoas que chegavam foram se acomodando e finalmente o Terra 44 abriu o evento, tendo em seu setlist um tributo ao AC/DC, ao qual a galera mandou ver no acompanhamento dos clássicos. Logo após veio o Mademoiselle, que deu um agito na galera com bons solos, boa presença vocal e não comprometeu. O Night Angels iniciou com um pequeno problema com a vocalista Rafaela, que parece ter sentido-se mal e teve uma queda no palco. a banda se recompôs logo, ficou tudo bem com a vocalista. Em seu repertório constavam clássicos melódicos como covers do Nightwish e outros, que fizeram alegria dos presentes. Gostaria de ver a banda em composições próprias, deve render bastante.
Terminado esse set, vieram as bandas que tanto me direcionaram ao evento.  A banda Innocence Lost estava apresentando a Volta Redonda e região o seu álbum, Human Reason. Empolgaram os presentes com sua qualidade de som, sua presença de palco fantástica e muita qualidade. Tenho o prazer da amizade da vocalista Mari, assim como dos outros integrantes que se mostraram muito receptivos. O som do Innocence Lost é calcado em bandas como Symphony X e afins, mas a banda destila seu material próprio e certamente, o CD deve ser conferido, assim como um show (estarão dia 04/11 em Barra do Piraí, no Metal Fest 7, no Barra Tenis Club).
Innocence Lost
 Fechando a noite, ou diria eu a madrugada, veio o Scatha, que já teve outras passagens por essa cidade do aço. Seu thrash energético e a intensidade com que se apresentam é sempre empolgante de se assistir. Gosto muito da qualidade musical de todas, mas fico sempre de olho na forma alucinada (hahaa já disse isso a ela) com que a baterisa Cynthia Tsay toca. O Scatha pode ser conferido também em seu CD "Keep thrashing!". Posso aformar que o pessoal ansiava por mais um pouco de cada banda, com apresentações mais longas para cada uma, mas com certeza, o evento encerrou-se sem nenhuma confusão e a esperança de que em breve, venha outro show como esse.


Por Vanderley - Quality Music Web Radio
http://qualitymusicwebradio.blogspot.com
https://www.facebook.com/QualityMusicWebRadio

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Innocence Lost - Entrevista sobre o EP Human Reason

Esta não é a primeira vez que escrevo sobre Innocence Lost. Já tinha publicado um post sobre eles e, claro, escutado as musicas que estavam disponíveis na época. Lembrava vagamente que tinha gostado, mas confesso que não tinha prestado muita atenção.

Recentemente, tive acesso  ao EP da banda, e desta vez ouvi com cuidado, uma vez que o objetivo era fazer uma resenha do álbum. E tenho que dizer: cara, que som!

Primeiro de tudo,  porque as composições são muito bem feitas. Segundo, porque a qualidade da gravação também é excelente.

Os integrantes da banda (Rodrigo Tardin - baixo, Aloysio Ventura -teclado, Mari Torres -vocal, Juan Carlos -guitarra  e Heron Matias - bateria) estão de muitos parabéns pelo excelente trabalho, assim como a galera do Pyro Z, estúdio utilizado para a gravação.

O álbum Human Reason é composto pelas faixas:
  •     Innocence Silence
  •     Human Reason
  •     Burning Empire
  •     Falling Down
  •     Nameless Hunter
Mari Torres - Innocence Lost
É importante destacar que não apenas as faixas estão bem gravadas. Ao vivo, pelo que pude ver nos vídeos disponibilizados no Youtube, as execuções fazem jus ao material gravado. Espero vê-los em um de seus shows agendados, para conferir pessoalmente.

Gostei muito do equilíbrio entre peso e melodia, da qualidade como um todo, em especial do vocal da Mari Torres. Conversando um pouco com ela, desvendei o mistério por trás de sua voz tão afinada, firme e suas frases longas: as técnicas de respiração adquiridas nas aulas de canto lírico, que teve no Conservatório de Música.


Aloysio Ventura - Innocence Lost
Para saber mais detalhes sobre a gravação do EP e da banda, de uma forma geral, conversei também com Aloysio Ventura, tecladista. Falamos sobre cuidados com a mixagem, dos equipamentos usados, da gravação da bateria, que quase sempre é parte mais complicada.

Aluguei o pobre Aloysio perguntando tanta coisa, mas acho que valeu a pena. A conversa rolou mais ou menos assim:

Aloysio Ventura: Estúdio: A gente gravou no Pyro Z Estúdio, que fica na Praça Seca, RJ. Ele foi mixado e masterizado pelo Murilo Pirozzi e a produção foi da banda, junto com o Romulo Pirozzi. As trilhas de Synth, eu gravei no meu homestudio e levei só pra mixar, me sinto mais confortável assim.
Sigried: Legal! Hoje em dia dá pra fazer bastante coisa em casa.
Aloysio Ventura: Eu quase não usei os sons dos meus teclados, a maioria foi VST.
Sigried: A Mari disse que a galera de lá ajudou na produção.
Aloysio Ventura: Uhum. Eles são nossos amigos e entendem a nossa sonoridade e proposta. Foi bem facil trabalhar com eles.
Sigried: A bateria foi programada?
Aloysio Ventura: Pelo fato da banda não ter muita grana para investir, e o CD ter saído todo do nosso bolso, a gente decidiu não gravar as bateras, o que barateou muito o trabalho. A gente captou todas as músicas em um ensaio, aí levou pra galera do Pyro Z. O Rômulo escreveu a batera em cima do que foi gravado no ensaio. Depois o nosso batera foi alguns dias pra lá pra dar os últimos retoques em lances de dinâmica dos tons e sonoridade dos instrumentos
Sigried: Legal! E quem participou da mixagem?
Aloysio Ventura: Eu, o Juan (guitarrista) e a Mari fomos a quase todas as sessões, e a banda toda foi no processo de mixagem. A gente participou bastante. Eles queriam deixar meu teclado muito baixo
Sigried: Heheheheh!!! Aí, tem que marcar presença, né? Onde já se viu, querer abaixar justo o teclado...
Aloysio Ventura: Senti um tom de ironia... Heehe!
Sigried: De forma alguma! Pela proposta de vcs, o teclado é importante.
Aloysio Ventura: Tem quem discorde. Hauhauah! Vamos aos instrumentos... O Juan, nosso guitarrista, usa Uma Ibanez toda modificada, com captadores Seymour Duncan Blackout e ferragens e ponte da Gotoh, e uma POD XT live. Também vai começar a usar um amplificador novo da ENGL, mas não sei ao certo o modelo. Ele está sempre pesquisando equipamentos novos, curte timbres mais modernos. O Rodrigo, nosso baixista usa um baixo Condor, bem simples. O Heron, nosso batera, tem uma Batera da Odery, feita por encomenda, toda customizada, com direito a dois bumbos de 22x19 e usa pratos da Sabian SA serie AX e HHX e uma condução da Zildjian Signature, do Neil Peart.
Sigried: Mas ele costuma levar a bateria toda pros shows?
Aloysio Ventura: Não, normalmente ele só leva a caixa, banco, pratos e pedal. Quando tocamos em eventos grandes, que temos tempo pra montar e passar som, ele leva. Isso aconteceu umas duas vezes nos últimos anos. Normalmente é tudo muito corrido.
Sigried: Hehe! Sei como é, pois tenho um baterista em casa... A dele também saiu pouquíssimas vezes do armário.
Aloysio Ventura: É bem complicado, fora que como os locais são pequenos e normalmente temos que montar e desmontar rápido, sempre danifica alguma coisa. Os cascos da batera dele são encerados, então não são muito resistentes a arranhados.
Sigried:  Uma flor de sombra...
E aí, ele me mandou a foto da preciosidade, que vocês podem conferir aqui:

Bateria Odery customizada com dois bumbos de 22x19 e pratos Sabian SA serie AX e HHX, condução da Zildjian Signature, Neil Peart.
Lindo setup de bateria!

Aloysio Ventura: Eu uso teclados da KORG, sempre fui fã dessa marca. Uso um KORG 01/w, um KORG X5D e um KORG Microstation, que eu controlo por um Kurzweil SP 76.






Aí, meus filhotes:
Teclados KORG: KORG 01/w, KORG X5D e KORG Microstation controlado por um Kurzweil SP 76

Sigried: Wow! Hehe! Lindos brinquedos! Quando vejo uma foto dessas, fico pensando por que não continuei as aulas de teclado...
Aloysio Ventura: Pô, eu comecei a tocar teclado por acaso.
Sigried: Como foi?
Aloysio Ventura: Eu tinha uma banda cover de Dream Theater, mas como vocalista, e queria montar uma banda com a Mari, pra tocar guitarra... Porque eu inicialmente só tocava guitarra. Aí começamos a organizar a coisa, ela me apresentou o novo namorado dela, que era guitarrista, mas que iria tocar teclado pra ajudar agente na banda, porque tava difícil de achar tecladista. Quando ele tocou minha guitarra, vi que ele era absurdamente melhor que eu, então disse: se alguém tem que aprender a tocar teclado, sou eu. Ele vai é continuar tocando guitarra. Aí comecei a estudar por mim e com a ajuda do tecladista da minha outra banda. Hoje em dia, prefiro tocar teclado, a guitarra ficou só por hobby... Acho muito bom, hoje tenho bem mais noção de teoria, as teclas te dão isso.
Sigried: Ia comentar isso com você. Faz diferença, saber teclado, piano. Parece que os instrumentos de teclas ajudam.
Aloysio Ventura: Acho que conhecer a dinâmica dos acordes e escalas a fundo em algum instrumento, faz diferença. No teclado/piano é mais fácil, porque as notas e acordes estão todos ali na sua cara. Acaba que a composição sai diferente se você faz num violão ou num teclado. Normalmente eu componho no teclado com um violão no colo, afinado em D que é a afinação que o Juan usa. Tento compor já pensando no que vai facilitar ele a compor riff com cordas soltas pra dar uma valorizada no peso.
Sigried: E tem alguma história engraçada pra contar? Às vezes acontece cada coisa durante as gravações...
Aloysio Ventura: Fatos engraçados, acho que não rolaram não. Só mesmo meu GPS que sempre me levava pra alguma favela... Ficou faltando alguma coisa?
Sigried: Acho que não. Mas fique à vontade se quiser contar mais algum detalhe. Adorei bater esse papo com você. Tanto você quanto a Mari são muito simpáticos.
Aloysio Ventura: Ah, valeu! 
Sigried: Quero assistir vocês no Calabouço em outubro. Boa noite!



Agenda de shows:
29/09 Dark Side Rock  Clube Umuarama - Rua 43, 155, Volta Redonda, RJ
21/10 Nallas Bar – Rua Robert Schuman (antiga rua 17) 193 Jardim América (próximo à praça central de Jardim América) tel 3346-3414 ou 9450-6048
28/10 Calabouço Heavy Bar, Tijuca.   

Para conhecer mais:

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Banda - Innocence Lost


Formação atual.
Formada em 2007, por um grupo de amigos do Rio de Janeiro, a banda Innocence Lost está em atividade desde então e tem como proposta mesclar as influências diversas dos seus membros para criar um som único atual e progressivo sem perder as raízes do heavy metal, isso pode ser visto no seu primeiro EP "Human Reason".


  Faixas do Álbum Human Reason:
  • Innocence Silence
  • Human Reason
  • Burning Empire
  • Falling Down
  • Nameless Hunter

Os integrantes da banda são Rodrigo Tardin (baixo), Aloisio Ventura (teclado), Mari Torres (vocal), Juan Carlos (guitarra)  e Heron Matias (bateria).

Mari Torres, Banda Innocence Lost - post Rio de Metal - http://riodemetal.blogspot.com Aloisio Ventura, Banda Innocence Lost - post Rio de Metal - http://riodemetal.blogspot.com Juan Carlos Brito, Banda Innocence Lost - post Rio de Metal - http://riodemetal.blogspot.com
Rodrigo Tardin, Banda Innocence Lost - post Rio de Metal - http://riodemetal.blogspot.com Heitor Maltas, Banda Innocence Lost - post Rio de Metal - http://riodemetal.blogspot.com

Com composições melódicas e bem produzidas, o som da banda tem influências de bandas como Symphony X, Nightwish e After Forever. Da primeira, aliás, a banda chegou a fazer alguns covers, no início, conforme entrevista cedida ao blog Polemico Rock.

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