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terça-feira, 7 de maio de 2013
Banda Kaliburn - Perfil e entrevista exclusiva
Kaliburn é de Maricá, cidade fluminense cheia de praias e com um complexo sistema lagunar que torna o ecossistema da região bastante especial. Além disso, é um caldeirão político e social fervilhante, com histórias pipocando a cada momento: um porto aqui, uma questão política ali, mais adiante uma questão ambiental pra resolver e por aí vai.
Esse é o cenário (bem resumido) do local onde nasceu essa banda de Heavy Metal com influências de Hard Rock e Rock Progressivo Setentista, que está na estrada desde 2005. Os caras lançaram uma demo em 2012 com três músicas e no momento estão preparando novidades.
De onde veio o nome Kaliburn?
O nome Kaliburn é uma derivação de Calibur, o nome arcaico da famosa espada Excalibur do Rei Artur. Esse nome veio da minha paixão pela literatura de cavalaria e por temas medievais, paixão essa que me levou a fazer faculdade de história. Porém, não somos do tipo de banda que explora essa temática nas nossas composições, para nós o nome foi ideal para representar a filosofia da banda. Procurávamos um nome forte que carregasse valores como união, honra, amizade, então pensando na távola redonda e na união daquelas caras em torno de uma causa comum e como isso se encaixava para o que queríamos com a banda. Chegamos a Kaliburn!
Como são criadas as composições autorais da banda?
Está cada vez mais difícil nos reunirmos com calma para fazer improvisar e criar juntos na sala de ensaio, infelizmente pois é algo que curtimos muito fazer. Ainda fazemos isso, mas com as outras ocupações que cada integrante tem ficou algo mais raro. Porém, temos a facilidade de há muito tempo usar as novas tecnologias, como programas de editoração musical, assim podemos criar algo, escrever as idéias principais e mandar para os demais integrantes. A maioria das nossas músicas surgiram assim, e as que não surgiram foram desenvolvidas dessa forma. Então, de uma forma ou de outra, em alguma parte do processo temos a música inteira escrita com a parte de todos os integrantes. Isso de certa forma ajuda a todos colocarem sua cara na música.
A parte das letras tem ficado comigo. As vezes a galera sugere algum tema e eu desenvolvo ou então vou coletando idéias no dia a dia, tudo vai somando para o resultado final ficar no mesmo clima do instrumental, pois geralmente é o que fazemos primeiro. Tem dado certo, pois temos grande afinidade, conversamos muito sobre tudo e acaba tudo refletido nas letras e na temática da banda no geral. Tudo nos inspira, séries, filmes, livros, a vida.
Falem um pouco da cena metal da sua região.
Somos de Maricá, interior do Rio de Janeiro. Acredito que passamos por um momento de transição aqui na cidade. Já houve uma cena mais ativa e numerosa, mas com o tempo a coisa foi amornando. Agora muitas bandas novas tem surgido, algumas inclusive com a galera das bandas mais antigas, com novos projetos, mas também muita galera nova dando um novo gás. Acredito que em breve teremos novos festivais como o "Outono Rock Fest" que era uma grande vitrine para as bandas da região, além é claro dos eventos de menor porte que são sempre importantes para qualquer cena. Estamos empolgados por participar desse recomeço, já como velhos veteranos com 8 anos de estrada... (Risos).
Falem sobre o Rehearsals of Life.
Essa demo foi fruto de muito trabalho, um sonho que alimentamos durante anos e de certa forma reflete o que foi a banda até aquele momento da gravação. É composta de composições que já vinham sendo trabalhadas desde os primeiros anos de Kaliburn, talvez por isso seja um trabalho mais direto e, de certa forma, cru em seu instrumental. A parte lírica das três músicas que compõe a demo abordam a vida após a morte, três formas diferentes de ver esse mesmo tema, até por isso a brincadeira com o nome da demo, como se a vida fosse apenas um eterno ensaio para algo maior.
Acredito que com essa demo fechamos um ciclo e agora já temos músicas suficientes para nosso primeiro full length, já estamos trabalhando na pré produção dele e acredito que em breve teremos novidades quanto a isso, quem sabe um single, estamos maturando essa ideia. Mas, o principal é que agora temos músicas que refletem mais o atual estágio da banda, com a cara dessa formação!
Vocês tiveram mudanças recentes de integrantes. Como isso influenciou no som de vocês?
Infelizmente a mudança de formação é algo com o que uma banda fatalmente acaba esbarrando ao longo de sua trajetória. No nosso caso já houveram algumas nesses 8 anos, no passado perdas que nos deixaram meio que sem rumo por um tempo, quase estagnados. Mas, dessa vez, foi bem diferente, a Kaliburn tem uma base sólida, uma formação que já está junta a mais de 3 anos, se não me falha a memória (Allan Anjos - Guitarra, Romulo Martins - Teclados e Sintetizadores, Pedro Szigethy Baixo e Cello, Marcel Oluap - Bateria). Houve a saída do nosso irmão Thiagão "Ripper" Ribeiro, que sempre será um grande amigo para todos nós, porém musicalmente não estava mais dando certo para as novas músicas e temáticas da banda, ele canta muito, mas a praia dele é algo mais no estilo que gravamos na demo, um metal mais tradicional. Agora estamos com o Gabriel Santarozza nos vocais, estamos muito empolgados com a voz dele nas linhas das novas músicas, além do que ele tem criado para as músicas mais recentes que estão saindo. Acreditamos que agora temos um grupo coeso e pronto pra batalha!
Querem deixar uma mensagem pros leitores?
Em primeiro lugar gostaria de agradecer a toda atenção do Rio de Metal e aos seus leitores, espero que tenham curtido conhecer um pouco mais da Kaliburn. Convidamos vocês para conhecerem nosso som, nossa demo está disponível em todos os grandes sites de compartilhamento, fácil de achar através do facebook.com/hail.kaliburn . Acompanhem nosso trabalho, em breve nosso novo material estará disponível. Grande abraço e Hail Kaliburn!!!
Release
Ter uma banda era o antigo sonho de um grupo amigos, motivados pela vontade de homenagear seus ídolos, expor suas idéias e sentimentos, mas principalmente pela amizade que os unia. Começaram na música alimentando esse sonho e formaram a KALIBURN em abril de 2005. Após alguns anos de tentativas frustradas e algumas mudanças na formação a banda se estabiliza com a formação ...atual e passa a galgar novos objetivos, mantendo sempre acima de tudo a amizade como principal filosofia. Banda e fãs fazem parte de um só grupo: a Confraria KALIBURN. Hail KALIBURN!!!
Black Label Society, Iron Maiden, Ayreon, Type O Negative, Star One, Amorphis, Pain of Salvation
Kaliburn é:
Gabriel Santarozza – Vocais /Allan Anjos – Guitarras / Pedro Szigethy - Baixo
Rômulo Martins – Teclados / Marcel Oluap – Bateria
Link para demo Rehearsals of Life - http://www.mediafire.com/?oqpc5of7kjckpq4
Link para o canal no Youtube - https://www.youtube.com/KaliburnChannel
Link paraa fanpage da banda - https://www.facebook.com/hail.kaliburn
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sexta-feira, 8 de março de 2013
Dreadnox - perfil da banda e entrevista exclusiva
A banda carioca de metal Dreadnox está na estrada desde 1993. No ano de 1998 lançou seu primeiro álbum chamado “Divine Act”, que recebeu críticas muito positivas da mídia especializada brasileira e dos fãs. Em sua formação estão por Fabio Schneider (vocais), Kiko Dittert (guitarra), Dead Montana (baixo) e Felipe Curi (bateria).
Ficou uns 5 anos longe dos palcos, desiludidos com a falta de perspectivas da cena underground brasileira. Mas como música é tipo m vício, em 2010 apareceram com o álbum “Dance of Ignorance” (2010 / DieHard Records), produzido por Renato Tribuzy e mixado por Alex Macedo no Full Sound Studios, marcando o retorno do grupo ao cenário underground.
Abaixo está a lista de faixas do CD, do qual pretendo fazer uma resenha em breve:
01. Fight With The Light
02. Survive
03. Echoes Of Midnight
04. Go On
05. Miracle
06. All Is Not Lost
07. Dance Of Ignorance
08. Annie
09. Sinners In Paradise
10. Impromptu
11. Waiting For The Sun
12. Battle & Honor (Bonus Track)
A DREADNOX possui uma combinação bastante interessante enre peso e melodia. Pra mim, duas das influências mais claras são Iron Maiden e Metallica, mas é claro que eles passeiam por diversas outras. Só que isso vou deixar pra falar mais na resenha...
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Como não podia deixar de ser, fiz mais algumas perguntas.
Gosto muito de games e em minhas pesquisas sobre vocês, vi que criaram em 2011 uma música para um evento relacionado ao tema, o Jogo Justo. Como foi? Vcs curtem games, tem alguém da banda que é viciado em jogos eletrônicos?
O Fabio conheceu o Moacyr Alves, idealizador do projeto, que convidou o Dreadnox a fazer a música oficial Jogo Justo. Ele e o Kiko foram pra São Paulo participar do lançamento do evento. Foi uma grande experiência! Todos na banda gostamos muito de games. O Fabio, além de jogar, é um grande conhecedor do assunto.
Vocês mencionaram que o ano de 2012 foi muito bom pro Dreadnox. Dentre as apresentações que vocês fizeram estavam os shows de abertura para a Tarja Turunen no Vivo Rio em abril, para a banda Epica na Fundição Progresso em setembro e tocaram com o Kiko Loureiro e o Detonator em um evento em Caxias em junho. Conte como foram essas experiências.
Foram ótimos shows. Foi, também, uma grande oportunidade de mostrar nosso último trabalho, Dance of Ignorance, para o público fã de Tarja, Epica, Kiko Loureiro e Detonator. A resposta foi muito boa, foi sold out na venda dos cds.
Pra conhecer mais da banda:
http://www.dreadnox.com
http://www.youtube.com/user/DreadnoxBrazil
https://www.facebook.com/dreadnox.brazil
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Resenha - Tributo a Fabio Costa - Garage Odisseia
Poucas vezes na história do Garage, que eu me lembre, um show começou na hora: os atrasildos como eu sempre ganhavam uma colher de chá, pra não perder o show da primeira banda. Desta vez, como de costume, cheguei atrasada e não consegui ver a Bala n'Agulha. É, quem me deu carona certamente não contava com isso também. E sinceramente, nem eu! Senão, teria sido mais chata com essa questão de horário.
| Z1bi do Mato |
| Z1bi do Mato |
| Sex Noise | |
As primeiras bandas, com seu jeito louco, deixaram o público pronto pra mais. Com a casa ainda enchendo, começou o show da banda Unmasked Brains. E devo dizer que, desde que voltaram aos palcos, seus shows só têm melhorado. Fora alguns percalços resolvidos "sem perder a pose", como disse o vocalista Reinaldo Leal (o baixista conseguiu arrebentar uma das cordas do seu baixo; a mais grossa, por sinal, e a correia da guitarra do próprio Reinaldo também arrebentou), a performance deles foi excelente.
| Unmasked Brains | |
Se você perguntar a algum dos integrantes, vão sempre dizer que faltou alguma coisa, que tocaram uma ou outra música um pouco diferente do que gostariam... Faz parte do jeito preciosista deles, sempre querendo algo mais. O que eu vi, no entanto, foi o público erguendo as mãos muitas vezes, gritando e aplaudindo ao final de cada música, formando rodas e pulando ao som de New Order of Disorder (vulgo "Pula Porra"), Break my Will e a clássica A Máquina, numa impressionante resposta ao metal energético da banda. Apesar dos pedidos da plateia, a tradicional cover de Holy Wars não rolou. Pessoalmente, prefiro assim: gosto quando resolvem fazer um show 100% autoral, sem se apoiar em nenhuma música de outra banda mais conhecida; eles podem fazer isso. Vi também todos os integrantes bem à vontade no palco, interagindo com a platéia, curtindo o momento. E vi muita gente se emocionando ao assistir o vídeo preparado especialmente para a ocasião.
| Unmasked Brains | |
Como se a galera já não estivesse quente, a coisa pegou fogo quando entrou a Mc's HC. Com sua potente mistura de Funk e Hardcore (também conhecido como Miami Rock), fizeram o público vir abaixo. Nem os poucos que estavam no bar conseguiram ficar parados. Atenção, desavisados, neste som está contido o verdadeiro Funk: tocado ao vivo e no fundo da alma, com o som de instrumentos reais e pessoas cantando. Aqui não tem pedaços de música dos outros, recortados, colados e exaustivamente repetidos, tampouco batidas eletrônicas acompanhadas de gritos desafinados e sem sentido. Até podia, como complemento da música, mas não: ali estavam baixo, guitarra, bateria e backing vocals de verdade.
| Mc's HC |
| Mc's HC | |
Já estaria uma noite perfeita, mas tinha mais. Quem lê o Rio de Metal sabe que este não é um blog que fale muito de cover, tributo... Mas tenho que dar o braço a torcer: os rapazes do The Trooper mandam muito bem: deixaram a platéia muito animada e descontraída, especialmente o Luiz Syren. As fotos desta resenha não me deixam mentir.
| The Trooper | |
Gostei muito de ter visto todo tipo de pessoas ali: várias idades, várias tribos, tudo misturado: do mais velho ao muito mais novo, do aparentemente normal ao declaradamente insano. Se querem saber, até uma fada encontrei!
Foi bom demais. Tudo. As bandas, as pessoas, o astral pra lá de positivo... Contudo, não pude evitar uma pontinha de tristeza ao olhar pro lugar onde o Fabio costumava ficar, sempre rodeado de pessoas. Ele não estava mais ali. Mas deve estar feliz por ter recebido como homenagem uma noite tão especial.
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domingo, 15 de janeiro de 2012
Banda - Metalmorphose
A banda é pioneira (e lendária) no Metal no Rio e no Brasil. Começaram em 1983, formada por garotos com idades entre 14 e 16 anos. Suas principais influências são Deep Purple, Iron Maiden, Judas Priest, Black Sabbath e Motörhead. Com músicas somente em português, lançou o primeiro disco de Metal (um split-album) gravado por bandas cariocas - Ultimatum - em parceria com a Dorsal Atlantica. Em 1986 veio a demo "Maldição", que naquela fase não tinha sido lançada. Na fase seguinte, adotaram o hard rock glam das bandas californianas no ep "Correntes", mas encerraram atividades em 1989.
Retornaram em 2008, após um hiato de 19 anos, a princípio para gravar uma faixa de um tributo aos Beatles. Voltaram também a tocar no eixo Rio - SP, o que rendeu a gravação de um CD e um DVD ao vivo. Em 2009, as gravações antigas foram remasterizadas, entre elas, a demo de "Maldição", e lançadas pela primeira vez em CD. Seguiram-se várias apresentações, incluindo uma no Canecão já em 2010.
A formação atual da banda é Tavinho Godoy - vocal; André Delacroix - bateria; André Bighinzoli - baixo; Leon Manssur - Guitarra; Pedro Cavalcante - guitarra.
O contato de Leon com a banda aconteceu pela remasterização desses álbuns antigos. Depois ele mixou o disco ao vivo, gravado no Odisseia, em 2009, e acabou entrando pra banda em 2010. Então, veio o tal show no Canecão, e mais uma pá de shows menores.
No momento, estão compondo material novo a ser lançado em LP e trabalhando na reedição de antigos trabalhos. Enfim, estão prontos para escrever mais páginas da história do Heavy Metal no Brasil!
Para conhecer mais do trabalho da banda, siga esses links:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Metalmorphose
Se quiser ver sua banda num post do Rio de Metal, mande seu material para riodemetal@gmail.com. Será um prazer publicar!
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Local:
Rio de Janeiro - RJ, Brasil
domingo, 4 de dezembro de 2011
Estudo Heavy Metal
Pra quem não desgruda do Heavy Metal nem na hora de estudar, a Credeal lançou uma linha de cadernos com capas no mínimo interessantes... Dá uma conferida!
E como disseram no site...
Esse vem de uma loja de São Paulo que ainda não tive a oportunidade de visitar, chamada It's Only Rock n' Roll. Só de ver informações que não trabalham com artigos piratas, tive muito boa impressão.
Aliás, segue uma parte do texto só pra dar um gostinho e vocês conferirem o site:
Pra finalizar, conheça um pouco da linda arte de bandas independentes que podiam também ser capa de caderno, como essa aqui embaixo.
E como disseram no site...
Atitude, irreverência, energia, assim é o universo do Rock. A linha Metallica trás uma das bandas mais importante deste gênero musical. Ela é voltada ao público que se identifica com a energia vibrante do Heavy Metal.
O Heavy metal é mais que um gênero musical, é também um estilo de vida que representa atitude e irreverência. A linha Iron Maiden vai ao encontro deste público que curte um estilo mais radical de se posicionar perante o mundo.E pra quem curte um progressivo, que tal um estojo do Pink Floyd?
Esse vem de uma loja de São Paulo que ainda não tive a oportunidade de visitar, chamada It's Only Rock n' Roll. Só de ver informações que não trabalham com artigos piratas, tive muito boa impressão.
Aliás, segue uma parte do texto só pra dar um gostinho e vocês conferirem o site:
O Rock faz parte da vida de muita gente, de várias gerações. Como uma língua comum, o Rock n' Roll une as pessoas, os povos, as nações. Mudam os idiomas, frequentemente apenas os sotaques, mas os hinos são os mesmos. Num mundo conturbado e repleto de conflitos, de fundamentalismo, de estados policiais, corrupção e desigualdades, o Rock 'n Roll é um oásis de paz, de amor, de psicodelia e de viagem.Também vende na loja deles essa bolsa carteiro pra carregar tudo:
Pra finalizar, conheça um pouco da linda arte de bandas independentes que podiam também ser capa de caderno, como essa aqui embaixo.
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| Aqui tem mais! |
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Shows da semana
4/10 (sexta) - Brazilian Maiden; Birthday Of The Beast, no Calabouço Bar - a partir das 19:00h.
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6/10 (domingo) - Audio Rebel
Tem uma foto melhor do dugar? Quer enviar fotos da banda que vai tocar, etc? Se quiser divulgar seus shows, é só mandar as informações: sigried.nb+riodemetal@gmail.com. Será um prazer publicar!
| Imagem do Google Street View |
Rua Felipe Camarão, 130 - Tijuca
6/10 (domingo) - Audio Rebel
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Tem uma foto melhor do dugar? Quer enviar fotos da banda que vai tocar, etc? Se quiser divulgar seus shows, é só mandar as informações: sigried.nb+riodemetal@gmail.com. Será um prazer publicar!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
A primeira vez, a gente nunca esquece...
Estava lembrando do meu primeiro contato com o Heavy Metal.
Quando era adolescente, escutava bastante rádio. Cansada da programação sempre
igual da maioria das estações, resolvi empurrar o dial mais para o início da
faixa de FM e encontrei a sintonia 94,9. Quem é do meu tempo, sabe o que isso
significa: Fluminense FM. A programação naquele horário era de rock, mas não
pesado. Sempre gostei de rock de uma forma geral, então deixei ali. Acabou
aquele programa, vieram os comerciais e a vinheta do programa seguinte. Aquilo
já me atraiu. O locutor anunciou uma música de um álbum novo, Black, de um tal de Metallica. A
primeira música de Heavy Metal que escutei foi Sad but True. E acabei ouvindo o
programa até o final. Desde então, era obrigatório escutar a Fluminense todo
dia, hábito que durou até a rádio acabar. Agora, nem sei mais o som que passa
por aquelas ondas; na verdade, faço questão de não saber: por favor, não me
contem.
Escutar a Fluminense me fez querer garimpar outras fontes
desse som maravilhoso, pesado, agressivo, intenso, cheio de uma energia
inexplicável e arrebatadora. Bom, pelo menos pra mim.
Observando as propagandas da MTV, percebi que havia dois
programas com Rock: o Gás Total e o Fúria Metal. Preciso dizer qual dos dois
gostava mais? Aí a outra coisa que passou a me encantar foi a linguagem visual
do Heavy Metal, as roupas escuras, aquelas botas pesadas, coturnos, calça
rasgada, enfim... Estava dominada por completo, em todos os sentidos possíveis:
visão, audição e tato. Até porque não sei como esse domínio se manifestaria no
paladar e no olfato...
Passei a gravar a programação da Fluminense. Na época, era
comum esperarmos uma determinada música para gravar em cassete. Pois bem, fiz
isso várias vezes. E nas lojas, enquanto minhas amigas procuravam os CDs do New
Kids on the Block, eu ia atrás de Fear of the Dark, então lançamento do Iron Maiden. Acho que foi uma boa troca.
Vários outros CDs vieram para minhas prateleiras, uns bons,
outros nem tanto. Claro que Heavy Metal não foi a única coisa que escutei, até
porque na verdade sou bem eclética. Como sempre gostei de dançar, o pop e
várias vertentes de rock, entre muitos outros estilos, também me acompanharam.
Mas o meu xodó é o metal.
E mais ou menos nessa fase, conheci um baterista maneiro,
namorei, casei e agora é ele que ajuda a aumentar a coleção de CDs lá de casa.
Mas isso já é outra história...
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