quarta-feira, 25 de julho de 2012

Apresentando... O calendário do Rio de Metal!

Já falei do calendário do Rio de Metal? É uma ferramenta que criei há muito tempo, desde o surgimento do blog, na verdade. Minha intenção era (e é, ainda) divulgar os eventos de rock/metal autorais das bandas cariocas, no estado do Rio de Janeiro. Por um tempo, andou meio tímido, mas agora quero usá-lo mais. Ele aparece na coluna da direita do blog e desde semana passada aparece também na página do Facebook: http://www.facebook.com/riodemetal/app_190322544333196.
Costumo preenchê-lo com informações que me mandam por email (riodemetal@gmail.com), ou via convite do FB, ou o que recebo de alerta do Eventful. Procuro colocar o máximo possível de eventos, mas sei que algum sempre me escapa e acabo não colocando. Gostaria de marcar todos os shows autorais de rock/metal do estado.
Quer me ajudar? Pode mandar informações sobre seu evento de rock/metal autoral! Basta enviar  informações sobre ele e eu publico. Pode ser colocando um post na página do FB ou um comentário em algum post do blog (http://riodemetal.blogspot.com/), ou por email, ou por mensagem do FB... Meios não faltam, nem a vontade de divulgar!
\,/ Abraços a todos! \,,/

domingo, 15 de julho de 2012

Levantamento de bandas o Rio de Janeiro


O MUC  - Movimento Undergroud Carioca - iniciou um levantamento das bandas de Rock e Metal do Estado do Rio de Janeiro por gêneros e cidades. O objetivo é buscar um maior conhecimento da cena fluminense, conhecendo melhor a sua dimensão e como ela se divide pelas regiões.
Para participar, basta preencher um rápido formulário com 5 perguntas, que está aqui.

Para conhecer mais detalhes, acesse o post do MUC que trata deste assunto.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Metal e superação - um caso pessoal e duas histórias pra contar...

Foram três meses desde a última postagem, em 13/04. Na ocasião, ainda estava me recuperando da primeira peça que a vida me pregou no início deste ano particularmente difícil.
No dia 1º de maio fui surpreendida com a maior infecção que já tive: um cortezinho idiota na ponta do dedo médio da minha mão direita me fez parar no hospital por quase 20 dias. Tomei antibióticos e analgésicos fortíssimos, todos venosos. O ápice foi a necessidade da amputação de todo o terceiro raio da mão.
Se fiquei triste? Claro! Quem gosta de perder um pedaço do corpo? Ainda mais sendo vaidosa como eu. E se quer saber, ainda dói no corpo e na alma. Tenho um longo caminho de recuperação pra trilhar, com sessões de fisioterapia a perder de vista. Mas ainda bem que eu posso fazer isso, pois o bom mesmo é estar viva e fazer o que gosta.

Há 2 meses atrás, recém saída do hospital: hematomas,
olheiras e metal!

Exemplos pra eu seguir é que não me faltam. Só pra mencionar dois exemplos do metal, selecionei as histórias de Rick Allen, do Def Leppard e Tony Iommi, do Black Sabbath. Aliás, se não fosse o Iommi, será que teríamos esse estilo musical, hoje?

Tony Iommy.
Fonte: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Tony_Iommi
_at_the_New_Haven_Coliseum.jpg
Ainda na juventude, Tony sofreu um grave acidente na metalúrgica onde trabalhava, quando foi chamado para operar uma máquina compressora de metais. Sem qualquer experiência com a máquina, Iommi ficou com os dedos médio e anelar da mão direita nas engrenagens do equipamento, decepando a ponta desses dedos. Tony consultou vários médicos, e todos o desencorajam de poder voltar a tocar o instrumento.
Porém, um dia, ainda desanimado, Tony vai até a casa de um amigo, que lhe apresenta gravações de Django Reinhardt, um guitarrista de jazz belga de origem cigana, que interpretava músicas apenas com os dedos indicador e médio. Ao ouvir aquilo, sentiu - se encorajado novamente, e resolveu tocar de novo. Para isso, Tony derreteu a ponta de duas garrafas plásticas, as modelou para encaixarem nos dedos, e assim pode tocar de novo. O equipamento logo foi substituído por próteses plásticas. (fonte: Wikipedia - Tony Iommi).
Foi considerado o 25º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone, em artigo publicado no final de 2011.


Rick Allen.
Fonte: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:RickAllen.JPG
  O caso de Rick Allen é ainda mais dramático: no auge do sucesso da banda, prestes a participar do Rock in Rio, sofre um terrível acidente de carro e tem o braço esquerdo amputado. Os médicos tentam o reimplante do membro, mas sem sucesso. Todos os compromissos profissionais, inclusive o concerto na Cidade Maravilhosa, são imediatamente cancelados e a banda se retira por quatro anos.
Após cinco anos sem gravar, o Def Leppard retorna com o álbum Hysteria em 1987. É o disco de maior sucesso da banda, com mais de vinte milhões de cópias vendidas (principalmente nos Estados Unidos e Inglaterra). Rick Allen participa das gravações com uma bateria especial na qual os controles de ritmo estão todos nos pés (fonte: Wikipedia - Def Leppard).
Além de ter superado sua limitação, ele é um dos fundadores da Raven Drum Foundation, entidade que fornece programas educacionais para inspirar o crescimento pessoal em tempos de adversidade.

Sendo assim, estou voltando com o blog. Eu amo escrever e amo metal. Amo conhecer bandas novas e vou apoiá-las sempre, especialmente as daqui do Rio, que é onde moro e posso prestigiar novidades em primeira mão, em termos de som. E assim como o Tony Iommy e o Rick Allen, que tiveram a força dos amigos nos momentos mais difíceis, conto com o apoio dos leitores e das bandas para continuar, seja enviando material, sugestões de matérias e comentários.

Hail to the metal forever!
Em qualquer condição...

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Festival Rock na Caveira - Zombie Edition


Eu não conheço nada de São Gonçalo, só de ouvir falar. E uma das coisas que eu escutava é que era difícil transitar por lá. E tinha o tal Rock na Caveira, no Conecta Pub, na Estrada do Pacheco (essa sim,  não tinha a menor idéia onde era). Então, como fazer pra chegar lá? Queria ir de qualquer jeito... E já sabia que seria de carro.


Uma espiada no Google Maps já me deixou bem mais tranquila. Não parecia difícil de chegar, pelo contrário. E realmente o trajeto foi tão fácil quanto eu esperava.
O local era bastante simples, mas espaçoso. Os palcos não eram muito grandes, mas pareceram atender bem a todas as bandas que assisti. O festival foi bem conduzido e organizado, minimizando os inevitáveis atrasos inerentes a uma programação tão longa. Gostei de ver como as bandas foram convocadas e como elas prontamente atenderam, também. Ter dois palcos foi fundamental para que tudo transcorresse bem.
Claro que não foi perfeito: houve alguns problemas no som e na luz. E com tantas bandas programadas, era também inevitável que algumas não pudessem se apresentar: Hatefulmurder e LOKO infelizmente não subiram ao palco.
Mas, sinceramente, quem não esperaria isso de um evento com baixo orçamento? Na minha opinião, o que aconteceu lá foi quase um milagre: precinho camarada, uma boa variedade de bandas, muita gente assistindo e todos de boa paz. Pra não dizer que todo o evento foi um mar de tranquilidade, houve apenas uma pequena discussão no final. Vamos torcer para a próxima edição ter um patrocínio, porque a organização do evento merece.

A equipe era empenhada, organizada e tinha boa vontade para resolver uns assuntos de última hora. Como, por exemplo, permitir acesso a lugares antes não autorizados para melhorar a qualidade do registro do evento. Eu aproveitei para subir numa escada antes com acesso vedado ao público para poder filmar. Quer conferir? O vídeo abaixo tem tomadas minhas, da platéia.



Confesso que senti falta da água mineral no barzinho. Mas acho que só eu, a careta, que me dei conta... Todos os outros participantes estavam satisfeitos com a oferta de vinho e cerveja geladíssimos.
Gostei da variedade de sons: havia bandas de heavy metal tradicional, trash e black metal, além de metal melódico e diversas outras vertentes. Acho que qualquer banger sairia de lá satisfeito inclusive pela qualidade técnica apresentada. Aí embaixo está todo o material que consegui reunir sobre o evento: os vídeos, setlists, fotos... Quem quiser enviar mais material, ou notar algum erro nas informações, por favor escreva: riodemetal@gmail.com. Com certeza irei acrescentar aqui neste post!

Metal Sucata

Fórum 01

Dievas

Arrota 26

Carlos Sphiler


Outcore (blog oficial - http://bandaoutcore.blogspot.com.br).
  1. Eu Sou Normal
  2. Eu quero saber
  3. Pra Alguém
  4. Menina 
  5. Burrocracia
  6. Funk do Protesto de um Sertanejo

Magnetron

 Sevciuc

 

 






Necrowar
 
Khaos Inside 


Unmasked Brains
  1. Little God Ivory
  2. Lost Control
  3. Corrupt
  4. New Order of Disorder (Pula, Porra)
  5. Life Has No Meaning
  6. Holy Wars (cover do Megadeth)




Ignus

I Need Scream


Atomic Thrash 









Obscuriun Soul
  1. Nymphetamine
  2. English Fire
  3. Enjoy the Silence
  4. First Light


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Banda - Innocence Lost


Formação atual.
Formada em 2007, por um grupo de amigos do Rio de Janeiro, a banda Innocence Lost está em atividade desde então e tem como proposta mesclar as influências diversas dos seus membros para criar um som único atual e progressivo sem perder as raízes do heavy metal, isso pode ser visto no seu primeiro EP "Human Reason".


  Faixas do Álbum Human Reason:
  • Innocence Silence
  • Human Reason
  • Burning Empire
  • Falling Down
  • Nameless Hunter

Os integrantes da banda são Rodrigo Tardin (baixo), Aloisio Ventura (teclado), Mari Torres (vocal), Juan Carlos (guitarra)  e Heron Matias (bateria).

Mari Torres, Banda Innocence Lost - post Rio de Metal - http://riodemetal.blogspot.com Aloisio Ventura, Banda Innocence Lost - post Rio de Metal - http://riodemetal.blogspot.com Juan Carlos Brito, Banda Innocence Lost - post Rio de Metal - http://riodemetal.blogspot.com
Rodrigo Tardin, Banda Innocence Lost - post Rio de Metal - http://riodemetal.blogspot.com Heitor Maltas, Banda Innocence Lost - post Rio de Metal - http://riodemetal.blogspot.com

Com composições melódicas e bem produzidas, o som da banda tem influências de bandas como Symphony X, Nightwish e After Forever. Da primeira, aliás, a banda chegou a fazer alguns covers, no início, conforme entrevista cedida ao blog Polemico Rock.

domingo, 25 de março de 2012

Matéria colaborativa - Registro e edição de vídeos parte 2

Reinaldo Leal, guitarrista e vocalista da banda Unmasked Brains, faz a edição de todos os vídeos de sua banda. Quem o conhece, sabe o esmero com que os prepara. Vira e mexe, compartilha alguns de seus macetes com amigos: como registrar shows, gravar clipes, editar músicas e diversas outras coisas. Quantos aí do underground carioca já não perguntaram alguma coisinha pra ele? ;-)
Desta vez, ele reuniu algumas dessas dicas e enviou aqui pro Rio de Metal, nesse post muito útil. Confiram a segunda parte, que fala sobre a edição!



Após o registro, vem o momento de se capturar, transmitir os dados dos equipamentos para seu computador. Dependendo do que você utilizou, a interface de comunicação será através de cabo USB (câmeras HDD), Firewire (MIniDv), MiniDVD, ou mesmo placas de captura analógicas. Salve tudo organizadamente em seu computador. Se possível, tenha um HD, independente daquele que esteja instalado o sistema operacional, exclusivo para o armazenamento das imagens.
Já na fase de edição, são diversos os softwares disponíveis para a edição. A linha da Adobe, que integra vários softwares dedicados à edição digital, é uma das preferidas, pois eles se comunicam, facilitando a utilização das diversas ferramentas (Premiere Pro, After Effects, Photoshop, etc). O problema é que, quem não está acostumado com a interface Adobe pode se confundir um pouco.

Interface do Sony Vegas. Edição de um dos vídeos do show da banda Unmasked Brains em Rio Bonito - RJ

A Sony possui o Vegas, que tem uma interface mais fácil e permite praticamente o mesmo resultado de seu similar da Adobe (Premiere Pro). Registre-se que tais programas são dedicados à composição de imagens, podendo-se até adicionar alguns efeitos de ajustes, mas para efeitos, o eleito é o Adobe After Effects. Pesquise no www.creativecow.net e veja a mágica.
Dica: Da mesma forma que como na fase de registro a luz é fundamental, na fase de edição também é importantíssimo que o vídeo esteja sincronizado com o áudio. Não adianta fazer aquela filmagem se, no momento em que o vídeo seja exibido, o que se está vendo não “case” com o que se ouve. Dá ruim...
Finalmente, procure sempre filmar o conteúdo ao vivo com mais de uma câmera, pois lhe trará um dinamismo excelente, o resultado fica muito mais agradável de assistir. Fuja das transições espalhafatosas (transição é a passagem de uma imagem para outra, lembre-se daquele vídeo de 15 anos que tua prima te perturbou para ver, ou do vídeo de casamento de algumamigo, quando muda a imagem, geralmente tem um efeito de “página dobrando” ou de uma magiquinha acontecendo. Isso não combina com vídeos musicais.) Navegue pelo Youtube para ver as idéias, sem precisar copiar, mas sim adaptar, improvisar! Veja os vídeos do Statik Majik, Unearthly, Diva, Woslom, Red Front, Maua, e em breve do Unmasked Brains hehehe.

Dica final: Não deixe de registrar nada, nenhum show, programe registrar alguns ensaios, bastidores, etc. Isso será o filme da sua vida, certamente um dos melhores momentos em que você passou! E poucos têm o privilégio de ter essa lembrança!
Abraços, espero que tenha sido útil!


Sobre o Unmasked Brains:
Bandas, que tal compartilharem algumas dicas? Mande seu material e links para riodemetal@gmail.com!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Matéria colaborativa - Registro e edição de vídeos para bandas parte 1

Reinaldo Leal, guitarrista e vocalista da banda Unmasked Brains, faz a edição de todos os vídeos de sua banda. Quem o conhece, sabe o esmero com que os prepara. Vira e mexe, compartilha alguns de seus macetes com amigos: como registrar shows, gravar clipes, editar músicas e diversas outras coisas. Quantos aí do underground carioca já não perguntaram alguma coisinha pra ele? ;-)
Desta vez, ele reuniu algumas dessas dicas e enviou aqui pro Rio de Metal, nesse post muito útil. Confiram a primeira parte, que fala sobre o registro!



Família reunida em torno do rádio. Imagem daqui.
Como em todas gerações, a minha também acompanhou de perto avanços tecnológicos que trouxeram no mínimo certas facilidades à atividades que hoje nem nos damos conta de sua dificuldade anterior.

Em épocas passadas, como por exemplo na chamada Era do Rádio, foi o tempo em que
famílias passaram a se reunir, maravilhadas, para assistir a programas exibidos por aquela
caixa de televídeo, transmitidos em preto e branco, representando o grande avanço
tecnológico relacionado à multimídia.

Já durante minha adolescência e na vida  adulta, descobri como muitos jovens o gosto pela música, mais precisamente do Metal e seus variantes, e como não poderia deixar de ser, fui aprender um instrumento e ter uma banda (Unmasked Brains), que aliás posso dizer que tenho até hoje, com os mesmos amigos, todos da mesma geração.

Com o retorno das nossas atividades, é impossível não comparar o salto tecnológico da época para o que se tem disponível atualmente. Não precisamos ir muito longe: basta lembrar que na época, 20 anos atrás, não existia telefone celular, quiçá internet.

Especificamente falando, podemos abordar, então, inúmeras novidades atuais que, como disse anteriormente, trouxeram muitas facilidades para o músico independente, seja na divulgação, na gravação/produção de seu trabalho, e, chegando ao ponto específico desse post, de tudo relacionado a registro em VIDEO de suas atividades.

Começando pelo equipamento, foi-se o tempo em que as filmadoras eram trombolhos caros e sem opções de edição digital. Hoje em dia, até com câmeras fotográficas ou smartphones consegue-se fazer registros em vídeo de seu trabalho, seja para produção de clipes, ou mesmo conteúdo ao vivo da banda.

Equipamentos compactos
mas com alta resolução! Hoje
em dia, não é difícil encotrar...
Na fase de registro, são vários equipamentos disponíveis. A preços mais acessíveis, pode-se encontrar boas câmeras filmadoras com qualidade Full HD, o que não é um excesso, tendo em vista que a principal ferramenta de divulgação (Youtube) permite upload de vídeos em tal resolução. Dê preferência para equipamentos que utilizem um disco rígido interno (HD) para o armazenamento de imagens, pois assim se economiza as mídias. Algumas câmeras fotográficas também filmam em alta resolução (a partir de 720p), podendo ser uma alternativa. A banda Hicsos, no seu clipe “Face to Face”, utilizou uma câmera fotográfica para a produção, e o resultado é bem satisfatório para a divulgação. Ao procurar estes equipamentos, pesquise bastante as características, tais como gravação em baixa luminosidade, disponibilidade de ajustes manuais (principalmente foco e exposição), dentre outras.

Acredite, cansa (e balança) menos usando o tripé.

Nesta fase, também são imprescindíveis certos acessórios que conferirão um toque mais apurado nos registros. São Eles: tripé, para estabilidade e simulação de steadycam (já falo sobre isso) e lentes do tipo wideangle, que permitirão uma maior amplitude na área de captura da câmera, digamos assim. E outro, ainda mais fundamental: iluminação. Invista em um equipamento de iluminação, geralmente um tripé e um refletor para lâmpadas de 1000w, de preferência com interruptor que permita o controle da luminosidade (dimmer, ou então interruptor de dois estágios). A luz, no momento do registro, é fundamental para que o resultado seja bem apresentado, pois a edição posterior te permitirá fazer mágicas! Acredite, a luz, se não for o mais importante, é pelo menos um dos principais fatores para o resultado satisfatório.

Dica: quando for filmar algo com a câmera em movimento, não segure sua câmera pela alça, como o turista faz. A posição do braço cansa, e a tremedeira fica incontrolável. Faça o seguinte: monte a câmera no tripé, descubra o centro de gravidade do conjunto e, para filmar, segure nesse ponto. Depois volte para contar ... Pesquise no Youtube por “using tripod as steadycam".


Sobre o Unmasked Brains:
Bandas, que tal compartilharem algumas dicas? Mande seu material e links para riodemetal@gmail.com!
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